sábado, 28 de dezembro de 2013
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Pequenas bênçãos - Harry/Pansy
-Você acha que eu gosto de andar por esse castelo de cabeça baixa, como se me envergonhasse do que eu fiz? Como se a minha presença aqui fosse um maldito favor que a escola me concedeu? Você acha que é fácil pra mim bancar a "Madalena Arrependida" quando, na verdade, eu não me arrependo de nada?
-Você não se arrepende de nada?!
Pansy suspirou e revirou os olhos.
Pansy suspirou e revirou os olhos.
-Não foi isso que eu quis dizer. Eu não me arrependo de tentar sobreviver. Não me arrependo de tentar acabar com a guerra, com a tortura que era viver sob controle dos Carrow.
-E você acha que seria melhor se Voldemort tivesse ganhado?
-Claro que não! Harry, eu só queria a saída mais fácil. A mais rápida e segura pra mim. Nem todo mundo é tão magnânimo e altruísta quanto você. Algumas pessoas são só humanas. Se você não consegue entender... - Pansy deu de ombros.
Harry abanou a cabeça.
-Eu entendo. E eu não acho certo o que estão fazendo com você. Mas eu imagino que seja complicado pra pessoas. Elas estão presas às imagens que tem da gente.
-Você vai ser o herói pra sempre... - o sorriso de Pansy era desdenhoso.
-E você vai ser sempre a vilã.
Ela riu e correu o indicador ao longo da gravata dele.
-Opostos se atraem, é o que dizem.
Harry inclinou a cabeça na direção dela.
-É...
-Se bem que você nem é tão heróico assim. Já quebrou várias regras da escola, colocou a si próprio e seus amiguinhos em perigo inúmeras vezes-
Ele a interrompeu com um beijo. Não se afastou quando o beijo terminou, mas sussurrou junto aos lábios dela.
-E você é a Monitora perfeita, a princesa da Sonserina. Somos opostos de qualquer jeito.
Pansy riu e o puxou para mais um beijo. Não saberia explicar como aquilo com Harry começara, mas sabia que era uma das poucas coisas boas que lhe restava na vida. E não abriria mão de nenhuma de suas pequenas bênçãos por nada.
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
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